Frases em japonês, por significado

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Common questions about Japanese

O que esta página em japonês cobre?
Vinte e duas categorias funcionais de significado, com exemplos trabalhados: tempo e aspecto (o não-passado simples, o passado em -ました/-た, o progressivo em ている, o experiencial em ことがある), modalidade (できる para capacidade, なければならない para obrigação, ほしい para desejo), negação (sufixos ない para verbos, じゃない para nomes), perguntas com か, comparação com より, condicionais (たら, ば, と, なら), e 15 outros. Cada exemplo mostra kana e kanji, romaji e uma glossa palavra por palavra.
Qual é a diferença entre は e が?
が introduz novos sujeitos ou faz um contraste focado: 誰がきましたか? — 田中さんがきました. は marca o tópico já estabelecido no discurso, a coisa sendo discutida: 田中さんは学生です 'quanto a Tanaka, ele é aluno'. O desajuste é o que o inglês colapsa; o japonês os mantém separados. Exemplos nesta página que contrastam informação nova versus tópico mostram como a escolha muda.
Como funciona a forma て e por que ela importa?
A forma て é uma das formas verbais mais usadas em japonês: ela encadeia ações (食べて寝た 'comi e dormi'), forma solicitações (来てください 'por favor venha'), constrói o progressivo (食べている 'comendo'), e se conecta em muitas expressões compostas (してもいい 'posso fazer', しないでください 'por favor não faça'). Muitos pontos de gramática avançada são apenas a forma て mais outro pedaço. Esta página expõe a forma て em todo lugar onde ela realmente funciona.
Como o japonês lida com níveis de polidez?
Pela terminação do verbo. Formas simples (食べる, 食べた, 食べない) são usadas entre amigos, família e na escrita. Formas polidas (食べます, 食べました, 食べません) são usadas com estranhos, em contextos de serviço e no trabalho. Uma camada honorífica separada (お食べになる, めしあがる) eleva o status do sujeito. Frases nesta página tendem ao polido por padrão e observam a forma simples quando o contexto muda.
Preciso ler kanji para acompanhar?
Não. Cada exemplo mostra kana, kanji, uma transliteração romaji e uma glossa palavra por palavra. O mesmo kanji recorre entre exemplos (人, 行, 食, 来), então o reconhecimento passivo se constrói naturalmente. Se você conseguir ler apenas hiragana, a página é totalmente utilizável.

Sources for Japanese

The grammatical descriptions on this page are informed by the following published reference and descriptive grammars. Grammatical facts themselves are not subject to copyright; the scholars who documented them deserve attribution.

  1. Shibatani, Masayoshi (1990). The Languages of Japan. Cambridge University Press.
  2. Tsujimura, Natsuko (2014). An Introduction to Japanese Linguistics, 3rd ed. Wiley-Blackwell.
  3. Makino, Seiichi & Tsutsui, Michio (1986). A Dictionary of Basic Japanese Grammar. Tokyo: The Japan Times.
  4. Makino, Seiichi & Tsutsui, Michio (1995). A Dictionary of Intermediate Japanese Grammar. Tokyo: The Japan Times.
  5. Kuno, Susumu (1973). The Structure of the Japanese Language. Cambridge, MA: MIT Press.
  6. Hinds, John (1986). Japanese: Descriptive Grammar. London: Croom Helm.

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