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Como o inglês empacota o significado
Gramática do inglês num relance
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Common questions about English
Por que o inglês mal conjuga verbos?
O inglês perdeu quase toda a sua flexão ao longo dos últimos mil anos. O inglês antigo tinha uma terminação distinta para cada pessoa (I speak-e, thou speak-est, he speak-eth, we speak-en). O inglês moderno tem apenas o -s da terceira pessoa do singular no presente. Tempo, aspecto e modo agora são carregados por auxiliares separados (will, have, would) em vez de sufixos.
Por que a ordem das palavras importa tanto no inglês?
O inglês usa a posição para marcar quem está fazendo o quê — 'the dog bit the man' e 'the man bit the dog' significam coisas diferentes apenas porque o nome na frente do verbo é o sujeito. Línguas com marcação de caso (alemão, russo, latim, turco) podem embaralhar a ordem das palavras porque as terminações carregam essa informação. Os nomes em inglês não têm caso, então a posição tem que fazer todo o trabalho.
O inglês é SVO ou SOV?
Estritamente SVO. Sujeito antes do verbo, verbo antes do objeto. 'She reads books' é gramatical; 'She books reads' não é. Os únicos afastamentos comuns são perguntas ('Does she read?'), passivas ('Books were read') e fronting estilístico em poesia, manchetes ou ênfase ('Beans, I love').
O inglês tem gênero gramatical?
Não em nomes. Tables, books, mountains — nenhum tem um gênero que afete as palavras ao redor. Pronomes (he/she/it/they) refletem gênero biológico ou animacidade, mas esse é o único lugar onde o gênero aparece. Compare com espanhol, francês, alemão, hindi ou marathi, onde todo nome é generificado e adjetivos, artigos ou verbos têm que concordar.
Por que apenas 'she/he/it speaks' adiciona -s enquanto 'I/you/we/they speak' não?
É um resto de quando o inglês tinha um conjunto completo de terminações de concordância. O inglês antigo distinguia todas as seis combinações de pessoa/número no verbo. Ao longo dos séculos, a maioria das terminações erosionou — mas o -s da terceira pessoa do singular sobreviveu como um fóssil. Não há razão lógica; é um acidente histórico.
Sources for English
The grammatical descriptions on this page are informed by the following published reference and descriptive grammars. Grammatical facts themselves are not subject to copyright; the scholars who documented them deserve attribution.
- Huddleston, R. & Pullum, G.K. (2002). The Cambridge Grammar of the English Language. Cambridge University Press. ISBN 978-0-521-43146-0.
- Quirk, R., Greenbaum, S., Leech, G. & Svartvik, J. (1985). A Comprehensive Grammar of the English Language. Longman. ISBN 0-582-51734-6.
- Biber, D., Johansson, S., Leech, G., Conrad, S. & Finegan, E. (1999). Longman Grammar of Spoken and Written English. Longman. ISBN 0-582-23725-4.
- Carter, R. & McCarthy, M. (2006). Cambridge Grammar of English: A Comprehensive Guide. Cambridge University Press. ISBN 978-0-521-58846-1.
- Swan, M. (2016). Practical English Usage. 4th ed. Oxford University Press. ISBN 978-0-19-420243-5.