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Como o telugu empacota o significado
Gramática do télugo num relance
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Common questions about Telugu
Como funciona o sistema de gênero do telugu?
O telugu tem uma divisão tripla de gênero, mas é desequilibrada. O masculino é uma categoria própria; feminino e neutro se fundem na concordância verbal. A terminação verbal de 3SG mostra isso: -డు para sujeitos masculinos (ele), -ది para feminino ou neutro (ela, isso). No plural, masculino e feminino se fundem como 'humano' (వారు), enquanto plurais inanimados e animais assumem uma forma 'não humana'.
O que significa -గారు?
-గారు (-gāru) é um sufixo honorífico adicionado ao nome de uma pessoa ou termo de parentesco para mostrar respeito: రాముడుగారు 'Sr. Rama', అమ్మగారు 'mãe (respeitada)'. É adicionado até mesmo com amigos e familiares em momentos formais. Combinado com a partícula de polidez అండి (aṇḍi) ao final das frases, forma o registro padrão para se dirigir a estranhos, idosos e profissionais.
O telugu é como o tâmil?
Ambos são dravídicos e compartilham a estrutura gramatical central: SOV, aglutinante, cabeça-final, marcação de caso. Mas o telugu tem seu próprio alfabeto, seu próprio vocabulário e um sistema de gênero distinto. A concordância verbal do tâmil usa pessoa-número-gênero; a do telugu usa pessoa-gênero (com feminino/neutro fundidos). As duas línguas não são mutuamente inteligíveis. O telugu foi mais aberto a empréstimos do sânscrito do que o tâmil, que historicamente os resistiu.
Como funciona o sistema de casos do telugu?
O telugu tem oito casos marcados por sufixos no substantivo: nominativo (sem marca), acusativo -ని (ou sem marca para inanimados indefinidos), dativo -కి/-కు (recipientes, metas), genitivo -యొక్క, instrumental -తో, locativo -లో, ablativo నుండి, vocativo para discurso direto. Adjetivos não mudam para caso; apenas o substantivo e (às vezes) o demonstrativo o fazem.
Por que o telugu é às vezes chamado de 'Italiano do Oriente'?
Porque as palavras do telugu quase sempre terminam em vogais — o sistema de sufixos evita consoantes finais, dando à língua um som fluido e rico em vogais que ouvintes europeus do século XIX compararam ao italiano. A frase é um apelido da era colonial, não uma afirmação linguística. O telugu não é relacionado ao italiano — o telugu é dravídico, o italiano é indo-europeu — mas a impressão superficial de riqueza vocálica é real.
Sources for Telugu
The grammatical descriptions on this page are informed by the following published reference and descriptive grammars. Grammatical facts themselves are not subject to copyright; the scholars who documented them deserve attribution.
- Krishnamurti, Bhadriraju & Gwynn, J. P. L. (1985). A Grammar of Modern Telugu. Oxford University Press (480 pp.). — The definitive modern reference grammar — phonology, morphology, syntax; replaces Caldwell's 150-year-old Dravidian grammar as standard reference. [via static/grammar-library/tel/krishnamurti-gwynn-1985-grammar-modern-telugu.pdf]